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Como funciona o Centro de Operação de Trânsito

13 set 2013                   0 Comentário Logo da Dinamicar Pneus

Centro de Operações do Rio de Janeiro

Foto: Reprodução/Internet


 
Uma importante ferramenta para ajudar no gerenciamento do cotidiano da cidade, é assim que pode ser definido o Centro de Operação de Trânsito. Neste órgão são integradas uma série de etapas para a prevenção de crises, sejam acidentes de trânsito, deslizamentos ou chuvas fortes. No Rio de Janeiro, são mais de 560 câmeras instaladas em toda a cidade, ligadas e monitoradas 24h por dia por mais de 400 profissionais que se revezam em três turnos no monitoramento da cidade. Em caso de ocorrência, a tomada de decisões é feita de forma imediata.
 
Saiba como funciona essa enorme rede de informações:
 
1 – Painel de Vigilância: Os operadores observam as câmeras que estão instaladas nas principais áreas e registram as informações em um sistema único de informações da central. Os técnicos utilizam os dados encontrados no sistema e dos agentes nas ruas para montar um mapa que exibe o cálculo de quilômetros de engarrafamento por via. Uma parte dessa bancada abastece o chamado “Painel de Mensagem Variável”, que traz alertas sobre congestionamentos e etc.
 
2 – Estratégia: Enchentes, obras, ou qualquer evento que atrapalhe o trânsito serão analisados por uma equipe de engenheiros que fazem o planejamento das operações. Este grupo estuda os melhores desvios ou caminhos alternativos e repassam as informações para os agentes nas ruas.
 
3 – Despacho: Quando as ocorrências são registradas, imediatamente os técnicos relatam aos agentes, via rádio, celular e PDA. Compartilham informações e deslocam equipes para o foco do problema. Estes agentes são locados em pontos estratégicos, inclusive no topo de prédios. Circulam de bicicleta, moto, carro, guincho e a pé.
 
4 – Call Center: Fica em contato constante com a população e por telefone registra acidentes, queda de árvores, semáforos quebrados e etc. Metrópoles, como São Paulo, possuem uma sala de controle exclusiva para cada região da cidade e ainda, uma central separada para monitorar os ônibus.
 
5 – Rádio-escuta: Esta equipe acompanha rádios da cidade e divulga as informações sobre o trânsito no site institucional, redes sociais e envia e-mail para os veículos de comunicação.
 
6 – Semáforos: O tempo das cores é definido de acordo com o fluxo dos carros. Câmeras e agentes repassam as informações para que o cálculo seja feito na central, que programa remotamente a maioria dos semáforos. Alguns são chamados “inteligentes” por terem a reprogramação automática.
 
Fontes: Fontes Olímpio Mendes de Barros, gerente da Central de Operações da Companhia de Engenharia de Tráfego (CET) de São Paulo; Rubens Borborema, gerente de controle de tráfego da CET do Rio de Janeiro; Lucas Satler Barroso, assessor de comunicação da Empresa Pública de Transporte e Circulação (EPTC), de Porto Alegre; Departamento Nacional de Trânsito (Denatran).

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